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Como a baixa qualidade nos relacionamentos afetivos e sexuais pode levar ao mal desempenho profissional

 UM ALERTA À GESTÃO E LIDERANÇA DE TIMES DE ALTA PERFORMANCE

Talvez você pense que esse artigo seja um grande disparate, ou que não faz o menor sentido falar sobre um assunto como esse.

Contudo, eis a argumentação embasada em números e estatísticas da população brasileira.

De acordo com o último Censo disponibilizado pelo IBGE,

– 1 a cada 3 casamentos termina em divórcio no Brasil;

– Houve um acréscimo dos divórcios de 2,38% (2016) para 2,48% (2017), enquanto os casamentos reduziram em 2,3% no total.

– Nos últimos 10 anos, o divórcio cresceu 160%.

E segundo pesquisa realizada pela USP:

– 30,4% da população brasileira masculina tem ejaculação precoce;

– 45% da população brasileira masculina tem disfunção erétil em algum nível;

– 23,2% que responderam ter disfunção erétil têm vínculos menos estáveis com suas parceiras;

– 54,6% que responderam ter disfunção erétil apresentam mais casos extraconjugais;

– 38,8% da amostra dos homens que responderam ter nível superior, tem disfunção erétil;

 

Ou seja, a probabilidade de você estar lidando com uma pessoa que está passando por um processo de divórcio ou por uma disfunção sexual é alta, não é?

Agora, o que se pergunta muito no mundo corporativo e na gestão no geral é: E o Kiko? E o que a minha gestão (ou a empresa) tem a ver com isso?

Bom, primeiro que, no aspecto pessoal, banalizar o ato sexual é tomar veneno em doses homeopáticas. Essa energia tão estigmatizada e tão menosprezada é a responsável por fazer os seres humanos acordarem todos os dias e irem em busca de alcançar os seus objetivos e sonhos.

Energia sexual não tem outra meta ou outro objetivo que não seja a geração de vida, independentemente de que tipo de vida seja gerada. E quando se usa essa energia de maneira equivocada, ou quando ela está desequilibrada, a pessoa perde o sentido da sua própria vida, o seu foco, a sua motivação e não consegue pensar direito. E adivinha o que ela vai produzir no trabalho? Nada ou terá um desempenho muito aquém do que ela poderia produzir…

Segundo que apenas 30% dessas pessoas procura por ajuda. E já os que conseguiram resolver, primeiro tiveram que superar a vergonha, a humilhação e o medo do julgamento alheio. Mas como consequência, passaram vários anos consecutivos de suas vidas “sobrevivendo” a essa situação antes de buscar apoio. E não são por “apenas” um ou dois anos, mas sim por décadas. 

É compreensível, do ponto de vista da gestão e da empresa, entender que não é sua obrigação ter de lidar com os problemas pessoais de seus colaboradores e liderados. Contudo, essa é uma realidade que não é passível mais de ser ignorada.

Como um simples conceito matemático, eis a questão: quanto menos informação, maior a tendência para problemas afetivos. Quanto mais problemas afetivos, menor a produtividade. Quanto menor a produtividade, maior o retrabalho e horas gastas. Quanto maior o retrabalho, menor o EBITDA da empresa. Simples assim.

E como é possível melhorar o desempenho dos colaboradores e liderados sem interferir em sua vida pessoal?

O primeiro passo que se deve tomar para diminuir essas estatísticas é se policiar e eliminar de seu vocabulário qualquer brincadeira pejorativa a respeito desse assunto.  

Pode parecer besteira para quem fala, mas para quem está passando por isso e escuta, fica ainda muito mais difícil procurar ajuda. Somos exemplo o tempo todo para as pessoas do que fazer, de como nos comunicar. E isso não é diferente no ambiente de trabalho. 

O segundo passo é estar atento aos sinais, tais como baixa autoestima, baixa concentração, cansaço exacerbado. É preciso ter empatia e escuta ativa para que a pessoa se sinta segura o suficiente, e assim se abrir para lhe contar o que verdadeiramente ocorre.

Se a pessoa conseguir lhe falar sobre a sua questão pessoal sem se sentir julgada ou diminuída, será mais fácil para você direcioná-la para o profissional mais adequado que irá ajudá-lo. E tenha a certeza de que os resultados com esse colaborador serão muito melhores depois que ele conseguir buscar a ajuda que precisa.

O terceiro passo é promover ações na SIPAT ou bimestrais/semestrais de conscientização em conjunto com um profissional especializado na área.

Dessa maneira, se gasta menos com planos de saúde e se ajuda também, de forma preventiva, aquelas pessoas que teriam uma probabilidade maior de passar por uma situação dessas. Assim elas se sentirão em um ambiente seguro e acolhedor para absorver o conhecimento e buscar ajuda profissional.

É válido salientar que as empresas sobrevivem por meio de números. Mas é a motivação dos humanos que tornam todos esses números possíveis e viáveis.

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É muito mais fácil e cômodo achar que as coisas ruins que acontecem em nossa vida são fruto de má sorte, das circunstâncias, do ambiente em que vivemos, do governo, ou das outras pessoas. Mas nunca pensamos que o problema pode estar em nós mesmos.

Essa pessoa aí da foto sou eu. Sim, eu mesma, participando de uma meditação ativa na capacitação em terapêutica tântrica. Sim, eu estava me sentindo sufocada, sem entender porque a minha vida estava uma verdadeira “merda”.

Apesar de ter a consciência de que tudo nessa vida é cíclico, que em um momento de dificuldade é necessário aprender para que não aconteça novamente, reclamava muito pelo fato de trabalhar duro, dar o melhor de mim e nunca ser recompensada da forma como desejava pelos meus esforços.

E embora seja a prova viva de que, certas coisas no primeiro momento podem parecer uma desgraça (mas são na verdade uma bênção), parecia que eu havia esquecido tudo o que já tinha passado e não acreditava que a vida poderia ser melhor.

Até que comecei a estudar a gratidão, e percebi o quanto eu era ignorante a respeito dessa poderosa ferramenta, que eu “achava” que utilizava. Entendi que ser grato não é ser educado. Não é dizer “obrigado” para alguém. É realmente agradecer pelas coisas boas e pelas ruins que aconteceram em minha vida, pois sem isso não me tornaria a pessoa que sou hoje!

A gratidão é capaz de te fazer sentir bem com você mesmo, pois aumenta a sua frequência de vibração, e assim você experiência a saciedade. Entende que tudo o que você passou, tem ou adquiriu são suficientes para viver em paz consigo e com o próximo.

No começo foi muito difícil admitir que a bagunça que minha vida tinha se tornado era apenas um reflexo da minha pessoa por dentro. Esperava por um milagre, por uma solução pronta que caísse em meu colo. Mas tão logo me prontifiquei a cuidar de mim, do meu interior, percebi que em todas as situações, por mais caóticas que me parecessem, não eram absolutamente nada comparados ao que outras pessoas passavam.

Ou seja, estava tomando um veneno chamado “reclamação” todos os dias esperando matar o “bicho papão malvado” que eu pensava que morava em outro lugar… mas ao contrário do que imaginava, ele estava alugando o meu corpo e meus pensamentos… Estava literalmente criando um monstro que, ao final do dia, ia devorar mais um pedacinho de mim.

Mas como não reclamar quando as coisas estão difíceis, quando não se tem dinheiro para pagar as contas, quando não se é reconhecido pelos esforços? Mudando o meu foco. Ao invés de colocar a minha energia e foco no que eu não tinha, comecei a agradecer o que eu tinha.

Agradeci porque, apesar de estar com as contas atrasadas, tinha um teto para dormir. Agradeci a pia de louça suja para lavar porque isso era um sinal de que tinha o que comer. Por fim, agradeci a oportunidade de estar respirando e com a saúde perfeita, pois sem saúde nós não somos simplesmente nada.

E o milagre que estava esperando acontecer em minha vida acabou por acontecer mesmo. Passei a atrair coisas positivas, pois o meu foco havia mudado para o que era bom, para o que era positivo.

Com essa atitude parei de alimentar o “bicho papão malvado” e assim ele foi diminuindo de tamanho, quase não tendo a percepção que ele ainda existia. Porque sim, uma vez que ele entra em seu corpo, você pode criar imunidade, mas ele nunca
mais o deixará…

E é por essa razão que é preciso praticar a Gratidão todos os dias, não se limitar a tempo e espaço nos agradecimentos. Agradecer a cada amanhecer, a cada banho tomado, a cada copo de água ingerido, a cada grão de arroz em meu prato.

Eu sei que não é fácil, mas é completamente possível e simples. E de coração desejo que você, assim como eu, pare de alimentar o seu bicho papão malvado e tenha a vida que sempre desejou!

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